sexta-feira, 25 de outubro de 2013

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Comércio da América do Sul


Durante o período 2003-2009, as exportações brasileiras para os países da
América do Sul cresceram de US$ 10,1 bilhões em 2003 para US$ 27,0 bilhões em
2009 (aumento de 165,6%). O total exportado para a América do Sul em 2009
representou 17,6% das exportações brasileiras.
As importações brasileiras provenientes dos países da América do Sul
cresceram de US$ 7,6 bilhões em 2003 para US$ 19,1 bilhões em 2009 (aumento de
149,0%). O total importado da América do Sul em 2009 representou 14,9% das
importações brasileiras.
O superávit comercial do Brasil com a região passou de US$ 2,5 bilhões em
2003 para US$ 7,9 bilhões em 2009 (aumento de 216,2%). O saldo comercial do Brasil
com a América do Sul corresponde a 31,4% do superávit comercial total do País com o
resto do mundo.
Em decorrência da crise econômica e financeira internacional, o crescimento da
corrente de comércio entre o Brasil e os países da América do Sul foi interrompido em
2008: houve retração na corrente de comércio de 26,5% em 2009, em relação ao ano
anterior. O comércio no ano de 2010, no entanto, já mostra sinais de recuperação. As
exportações para os países da América do Sul passaram de US$ 11,1 bilhões no
primeiro semestre de 2009, para US$ 16,2 bilhões no primeiro semestre de 2010
(aumento de 46,2%). As importações cresceram de US$ 8,4 bilhões no primeiro
semestre de 2009, para US$ 11,9 bilhões no primeiro semestre de 2010 (aumento de
40,5%).

Principais Indústrias da América do Sul

Os países mais industrializados da América do Sul são Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Venezuela e Uruguai respectivamente. Esses países sozinhos respondem por mais de 75% da economia da região e somam um PIB maior que US$ 2,9 trilhões.
As indústrias na América do Sul começaram a tomar peso sobre as economias da região a partir de 1930, quando a Grande Depressão nos Estados Unidos e outros países do mundo impulsionaram a produção industrial do subcontinente. A partir desse período a região deixou a face agrícola para trás e passou a obter altas taxas de crescimento econômico que se mantiveram até o início da década de 1990 quando se desaceleraram devido a instabilidades políticas, crises econômicas e políticas neoliberais.
Desde o fim da crise econômica de Brasil e Argentina, que ocorreram no período de 1998 à 2002 e que provocou recessão econômica, aumento do desemprego e queda da renda da população, os setores industriais e de serviços vem se recuperando rapidamente, principalmente no Chile, na Argentina, e no Brasil que crescem a uma média de 5% ao ano. Toda a América do Sul após esse período vem se recuperando rápido e demonstrando bons sinais de estabilidade econômica, com inflação e taxa de câmbio controlados, crescimento contínuo, diminuição da desigualdade social e do desemprego, fatores que favorecem a indústria.
As principais industrias são: eletroeletrônica, têxtil, alimentícia, automobilística, metalúrgica, aérea, naval, vestuário, bebida, siderúrgica, tabaco, madeireira, química, etc.
As exportações chegam a quase US$ 400 bilhões de dólares anuais, sendo o Brasil responsável por metade desta.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Era pré-colombiana

Muitas civilizações pré-colombianas estabeleceram características e marcas que incluiam assentamentos permanentes ou urbanos, agricultura, e arquitetura cívica e monumental e complexas hierarquias sociais. Algumas dessas civilizações já tinham desaparecido antes da primeira chegada permanente dos europeus (c. final do séc. XV - início do séc. XVI), e são conhecidas apenas através de pesquisas arqueológicas. Outras foram contemporâneas com este período e também são conhecidos através de relatos históricos da época. Algumas, como os maias, tinham seus próprios registros escritos. No entanto, a maioria dos europeus da época viam esses textos como heréticos e muitos foram destruidos em piras cristãs. Apenas alguns documentos secretos continuam intactos, deixando os historiadores modernos, com lampejos dessas culturas e conhecimentos antigos.

    A era pré-colombiana incorpora todas as subdivisões períodicas na história e na pré-história das Américas, antes do aparecimento dos europeus no continente americano, abrangendo desde o povoamente original no Paleolítico Superior à colonização européia durante a Idade Moderna.
Embora tecnicamente referindo-se a era antes de viagens de Cristovão Colombo em 1492-1504, na prática, o termo inclui geralmente a história das culturas indígenas americanas, até que serem conquistadas ou significativamente influenciadas pelos europeus, mesmo que isso tenha acontecido décadas ou mesmo séculos depois do desembarque inicial de Colombo.
O termo pré-colombiano é frequentemente utilizado especialmente no contexto das grandes civilizações indígenas das Américas, como as da Mesoamérica (os olmecas, os toltecas, os teotihuacanos, os zapotecas, os mixtecas, os astecas e os maias) e dos Andes (os incas, moches, chibchas, cañaris).
De acordo com contas e documentos dos indígenas americanos e dos europeus, as civilizações americanas no momento da colonização europeia possuiam muitas realizações impressionantes. Por exemplo, os astecas construíram uma das cidades mais impressionantes do mundo, Tenochtitlán, onde hoje está localizada a Cidade do México, com uma população estimada em 200.000 habitantes. Civilizações americanas também exibiam realizações impressionantes em astronomia e matemática.
Onde esses povos persistiram, as sociedades e culturas que são descendentes dessas civilizações agora podem ser substancialmente diferentes na forma original. No entanto, muitos desses povos e seus descendentes ainda mantêm várias tradições e práticas que dizem respeito aos tempos antigos, mesmo que combinados com culturas que foram mais recentemente adotadas.



                                                           
Mapa da América indicando as regiões culturais na América Pré-colombiana.
  Ártico
  Noroeste
  Aridoamérica
  Mesoamérica
  Área intermediária
  Caribe
  Área amazônica
  Área andina






terça-feira, 17 de setembro de 2013

Os Planaltos residuais Norte-Amazônicos



                                            Serras do Atlântico-Leste-Sudeste

Relevo

Três regiões montanhosas determinam o contorno principal do continente: a cordilheira dos Andes, os planaltos residuais Norte-Amazônicos (antigo planalto das Guianas ou sistema Parima), e os planaltos e serras do Atlântico-Leste-Sudeste. Há entre essas regiões, áreas de planícies, formadas pelas três principais bacias hidrográficas do continente: a Amazônica, a do Orinoco e a do rio Paraná. O ponto culminante é o monte Aconcágua (6.959m), na fronteira entre o Chile e a Argentina.
                                            
                                              Cordilheira dos Andes

  

Suriname